Escolha do local de amostragem

No decorrer das campanhas realizadas para definição das amostragens, a capacidade de realizar as amostragens em cada uma das estações foi verificada, particularmente no que diz respeito:

  • ao acesso ao local de coleto adequado;
  • a possibilidade de dispor de um local limpo para as filtrações;
  • a possibilidade de treinar uma pessoa responsável.
Medição da conductividade

Colete de amostra de água

Material fornecido para o observador

Cada operador recebe o equipamento necessário para amostrar durante um ano e um protocolo de amostragem e filtração, traduzido em português ou em castelhano. Este equipamento é composto de:

  • uma bomba à vácuo manual;
  • um termômetro-condutímetro a prova d’água;
  • uma garrafa de amostragem de um litro em HDPE;
  • 12 kits de filtração com 1 set de filtração descartável com filtro em acetato de celulose de 0.2 µm;
  • 1 frasco de 125 ml em HDPE para os elementos maiores;
  • 1 frasco de 60 ml em vidro para o COD;
  • 1 frasco de 125 ml em HDPE para os elementos traços;
  • um rolo de papel alumínio para embalar os frascos COD;
  • um rolo de “durex” para proteção das etiquetas e fechamento dos frascos;
  • uma caixa isoterma para guardar o equipamento e as amostras;
  • sacos para lixo de 100 l a serem estendidos em cima da mesa de trabalho para garantir a limpeza.

Amostragen

O equipamento de amostragem foi preparado anteriormente na UnB de acordo com o seguinte procedimento:

  • garrafa de amostragem de um litro e frascos para os elementos maiores: banho de HNO3 2N durante 48h, banho de água milli-Q 48 h, secagem numa capela de fluxo laminar;
  • frascos para COD: 8 horas no forno a 450°C;
  • frascos para os elementos traços: água régia durante 2 h, banho de HNO3 2N N durante 48h, banho de água milli-Q 48 h, secagem numa capela de fluxo laminar;
  • frascos para isótopos e tampas para COD: banho de HCl 2N durante 48h, banho de água milli-Q 48h, secagem numa capela de fluxo laminar.
  • nos frascos para os elementos traços, são adicionados 200 µL de HNO3 supra-pure e nos frascos para o COD, 150 µL de H3PO4 supra-pure.

Os filtros dos sets de filtração são pesados com antecedência e o peso escrito numa etiqueta colada no saco de proteção que volta a ser fechado hermeticamente. Todos os frascos são etiquetados com o nome da estação e o uso previsto e então colocados em sacos plásticos com zíper.

As amostras filtradas, como também os filtros, são armazenadas pelos observadores em caixas térmicas para protegê-los das variações de temperatura, da poeira e da luz. De tempo em tempo, são enviados para Brasília, seja quando a estação faz parte do roteiro de uma campanha de campo, seja por envio postal.

Filtrações específicas para o COP são operacionais desde abril 2006 em 6 estações no Brasil: Óbidos , Itaituba, Borba, Manacapuru, Caracarai e Serrinha. Para tanto, um equipamento específico (sets de filtração equipados de filtros GFF anteriormente pirolizados a 480° C) é entrego aos observadores com a finalidade de realizar uma filtração específica de um volume de 300 ml para o COD e o COP.

Filtração em laboratório